Ana Camila Esteves é jornalista, pesquisadora, curadora e produtora cultural. É cofundadora, diretora e curadora da Mostra de Cinemas Africanos, criada em 2018 e realizada em diferentes cidades brasileiras, dedicada à circulação e ao debate sobre cinematografias africanas contemporâneas. Atua há mais de dez anos com curadoria, programação e pesquisa em cinema, com experiência em festivais no Brasil e no exterior. Fez parte da equipe curatorial do Africa in Motion, na Escócia, do Durban International Film Festival, na África do Sul, e do Biarritz Film Festival Nouvelles Vagues, na França, além de integrar o comitê de seleção do festival Vues d’Afrique e do Rencontres internationales du documentaire de Montréal (RIDM), ambos no Canadá. Desde 2025, preside o júri do Sembène-Kelani Film Prize, da African Studies Association (EUA), dedicado ao cinema africano. Doutora em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela UFBA e pós-doutora pelo King's College London e pela Universidade Federal Fluminense, desenvolve pesquisas sobre cinemas africanos, festivais, circulação internacional de filmes e a indústria cinematográfica nigeriana.
Cineasta brasileiro, formado em História e Cinema, e sócio fundador da Filmes de Plástico (2009). Dirigiu longas, sendo o mais recente Se Eu Fosse Vivo... Vivia (2026), com estreia na Berlinale. Já o longa O Dia que te Conheci (2023) recebeu o Prêmio Especial do Júri no Festival do Rio e o prêmio de Melhor Atriz para Grace Passô, e o documentário Nossa Mãe Era Atriz (2023) foi vencedor do Prêmio do Público em Tiradentes. Seu segundo longa, Temporada (2018), estreou em Locarno e foi exibido em mais de 50 festivais, recebendo prêmios no Brasil e no exterior. O primeiro, Ela Volta na Quinta (2014), teve estreia no FID Marseille e passou por festivais como IFFR e Bafici, onde ganhou o Prêmio Especial do Júri. Nos curtas, destacou-se com Pouco Mais de um Mês (2013) e Quintal (2015), ambos selecionados para a Quinzena dos Realizadores de Cannes. Foi homenageado na 27ª Mostra de Cinema de Tiradentes (2024).
Jornalista (UFRJ), roteirista (Escola de Cinema Darcy Ribeiro) e mestra em Comunicação e Cultura (UFRJ). Atua há mais de uma década no mercado de TV por assinatura e VoD, com foco no cinema brasileiro. Foi editora do site Porta Curtas, curadora do Canal Curta! e, desde 2019, faz parte da equipe do Canal Brasil, coordenando a área de Aquisição de Conteúdo e Projetos. É também parecerista externa para editais FSA/Ancine.
Nascido em 1973, Cosimo Santoro é um distribuidor italiano, ex-programador de festivais e crítico de cinema. Ao longo dos anos, integrou diversos júris (como o Teddy Awards da Berlinale, Sofia Meetings, REC de Tarragona e Márgenes de Madri, entre outros), além de ministrar masterclasses e participar de painéis em vários eventos, incluindo o BAM de Bogotá, Olhar de Cinema de Curitiba, Brasil CineMundi de Belo Horizonte e ABC Bafici de Buenos Aires. Em 2012, fundou a agência de vendas internacionais The Open Reel, voltada para a promoção, distribuição e comercialização de longas-metragens, curtas e documentários de todos os gêneros. Ao longo desses anos, descobriu diversos talentos, entre eles o francês Damien Manivel, as espanholas Jaione Camborda e Diana Toucedo, os brasileiros Daniel Nolasco e Rafaela Camelo, e o italiano Simone Bozzelli. É membro da European Film Academy e integrou o comitê de especialistas do Prêmio EFA 2024. Também atuou como consultor no programa de mentoria First Cut Lab.
Diretor da distribuidora mineira Embaúba Filmes e da plataforma de streaming Embaúba Play, especializadas em cinema brasileiro contemporâneo. Iniciou sua trajetória no cineclubismo, na década de 1990. Foi coordenador e programador de duas importantes salas de cinema de Belo Horizonte, o Cine Humberto Mauro e o Cine 104, e curador de diversas mostras e festivais, com destaque para o Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte e a Semana dos Realizadores, no Rio de Janeiro.
Cineasta, estudou Artes Cênicas e Cinema na Universidade de Rennes 2 e na Universidade de Bolonha. Em 2023, ingressou na Burning, produtora dirigida por Diana Bustamante, onde integrou a equipe de produção de filmes como El Día Es Largo y Oscuro, estreado no Bafici em 2024; Culebra Negra, estreado na seção Acid do Festival de Cannes de 2025; Noviembre, estreado no Festival Internacional de Cinema de Toronto em 2025; e o curta-metragem El León, estreado na seção Forum Expanded da Berlinale de 2026. Atualmente, atua como coordenador de desenvolvimento da Burning, trabalhando no desenvolvimento e financiamento dos próximos longas-metragens de cineastas como Apichatpong Weerasethakul, Ben Rivers, Laura Huertas, Oscar Ruiz Navia, Lina Rodriguez, entre outros.
Gerente de festivais de longas-metragens na Square Eyes, uma empresa de vendas sediada em Viena que representa filmes de longa e curta-metragem ousados e autorais, que assumem riscos narrativos e estéticos. Ela também coordena os fóruns de coprodução e cofinanciamento da Agora do Festival Internacional de Documentários e do Festival Internacional de Cinema de Tessalônica, e trabalha regularmente como consultora de desenvolvimento e leitora para workshops e institutos.
Profissional de distribuição estratégica de filmes e gestão cultural, com mais de 12 anos de experiência liderando a comercialização de filmes e a gestão de fundos públicos no México. Especialista na coordenação de campanhas publicitárias, vendas internacionais e negociações com agentes de vendas globais. Com uma visão abrangente da indústria, ocupou cargos importantes, como coordenador do Eficine no Imcine e diretor de distribuição na Piano, além de ter participado de prestigiados fóruns internacionais, incluindo Berlinale Talents e Eave Producers.
Cineasta brasileiro, natural de Belo Horizonte e radicado em Contagem (MG). Formado na Escola Livre de Cinema/BH e em Comunicação Social – Cinema e Vídeo pela UNA, é sócio fundador da Filmes de Plástico (2009), ao lado de André Novais Oliveira, Maurílio Martins e Thiago Macêdo Correia. Ao longo da carreira, dirigiu 12 curtas premiados, como Contagem (Melhor Direção no Festival de Brasília, 2010), Dona Sônia Pediu uma Arma ao seu Vizinho Alcides, Meu Amigo Mineiro e Rapsódia para o Homem Negro. Em 2017, lançou Nada, selecionado para a Quinzena dos Realizadores de Cannes, e codirigiu O Nó do Diabo. No ano seguinte, em parceria com Maurílio Martins, realizou o longa No Coração do Mundo (2019), exibido em festivais internacionais e lançado no Brasil e na França. Seu primeiro longa solo, Marte Um (2022), estreou no Festival de Sundance, conquistou mais de 30 prêmios em 70 festivais e representou o Brasil no Oscar 2023. Seu mais recente longa, Vicentina Pede Desculpas, terá estreia no Festival Internacional de Cinema de Torronto 2026.
Produtor focado em cinema de autor, identidades latino-americanas e coproduções internacionais. Seus filmes, incluindo Un Adiós para Lilí (Netflix), FIN (Sundance) e Pattaki (Roterdã), foram exibidos em espaços de prestígio como o BFI London e o Festival de Cinema de Havana. Participou de programas da indústria e mercados como Berlinale Talents, Eurodoc, Locarno Open Doors, Doha Film Institute e Mafiz (Málaga). Atualmente, está em fase de pós-produção dos longas-metragens La Lengua del Agua e La Película de mi Tío, ambos apoiados por fundos internacionais como o Ibermedia e o Doha Film Institute.
Sócio diretor da Descoloniza Filmes, distribuidora e produtora de cinema independente. Formado em Geografia pela Universidade de São Paulo (USP), atua no audiovisual desde 2009, quando iniciou sua trajetória como cineclubista e curador de mostras independentes. Entre 2011 e 2014, trabalhou na Vitrine Filmes, onde coordenou mais de 30 lançamentos. Em 2017, fundou a Descoloniza Filmes, distribuidora dedicada a obras dirigidas por mulheres, pessoas pretas, indígenas e LGBTQIAPN+, com foco em narrativas decoloniais e socialmente engajadas, tendo já lançado mais de 40 títulos. Participou da primeira turma do Locarno Industry Academy em São Paulo, em 2017, e hoje também desenvolve trabalhos como professor e mentor em cursos, laboratórios e mercados nacionais e internacionais.
Dirige o laboratório de desenvolvimento de projetos Nuevas Miradas e a catédra de Produção da EICTV. É sócia e fundadora da Galaxia 311 SAS. Especializa-se em trabalhar com trabalhos de estreia e coproduz com diversos países. Seus filmes já estrearam em Cannes, Toronto e Roterdã, entre outros.
É fundador, junto com Victoria Marotta, da produtora de cinema independente Un Puma, com sede em Buenos Aires. Desde 2015, seus curtas e longas-metragens foram exibidos e premiados em festivais e espaços internacionais como Berlim, Veneza, Locarno, San Sebastián e Toronto, além de museus e plataformas de todo o mundo. Entre seus principais reconhecimentos estão o Pardo d’Oro em Locarno por El Auge del Humano, o prêmio de Melhor Filme na seção Zabaltegi do Festival de San Sebastián por El Auge del Humano 3 e o Urso de Ouro em Berlim por Un Movimiento Extraño. Produziu filmes como Arturo a los 30, El Auge del Humano 3, La Práctica e El Repartidor Está en Camino, este último premiado no Visions du Réel. Atualmente, desenvolve novos projetos de diversos realizadores, consolidando um perfil autoral com forte projeção internacional.
Pós-graduado em Gestão de Produção e Negócios Audiovisuais pela Faap e formado em Administração Pública, com formação complementar em Relações Internacionais pela FGV de São Paulo, João Saldanha é produtor executivo na Vitrine Filmes. Está à frente do departamento de produção da empresa, assinando a produção executiva de projetos como Gil, Político, Ney por Trás das Máscaras, Dentro do Ruído, entre outros.
José Gil é formado em Comunicação e Mídia e especializado em produção audiovisual, gestão cultural e distribuição cinematográfica. Possui experiência profissional em empresas e instituições do setor audiovisual na Venezuela, no Chile e na Espanha. É mestre em Film Business pela Escac (Barcelona) e mestre em IA para a Indústria Audiovisual pela Ecam (Madri). Atuou como programador e diretor artístico de festivais de curtas-metragens e também colaborou com as áreas de indústria do Festival de Cinema de Málaga – Mafiz, do Festival Internacional de Cinema Fantástico de Sitges, da Mostra Fire!! e do Chileshorts Market. Atualmente, trabalha como gerente de aquisições e festivais na Feel Sales.
Após mais de 15 anos de experiência no Vale do Silício de São Francisco, Califórnia, como diretora de mercados internacionais (fora dos EUA), Juliette Lepoutre ingressou na produção ao cofundar a empresa MPM Film em 2007 e a Still Moving em 2015. Produziu cerca de 20 longas-metragens, incluindo filmes de diretores como Adrian Sitaru, Béla Tarr, Julia Murat, Panos Koutras, Omar El Zohairy, Maha Haj, Ala Eddine Slim, Maya Da Rin, Amanda Nell Eu, Marcelo Caetano e Pedro Pinho, entre outros. Especialista em produção em diversos workshops para jovens produtores, como em Toronto, Roterdã, BAL Buenos Aires, BrLab São Paulo e Berlinale Talents, e membra de diferentes júris, integrou o comitê de seleção da Residência Cinef do Festival de Cannes entre 2015 e 2018. É integrante da Académie des César e da European Film Academy.
É uma produtora de cinema afro-caribenha que trabalha no desenvolvimento e na coprodução internacional de projetos autorais. Interessa-se por histórias que transitam entre o íntimo e o coletivo, nas quais identidade, memória e desejo se entrelaçam sem pedir licença. É produtora de Colosal, dirigido por Nayibe Tavares Abel e estreado no Berlinale Forum, e atualmente produz projetos como Happy Hunting e Fragancia Tropical. Participou dos programas Eave Puentes e Bipoc Eurodoc e é coordenadora da Muestra Karibe, onde promove conexões vivas entre o cinema do Caribe e o mundo.
Administrador público, mestre em Economia, Desenvolvimento Empreendedor e Inovação e mestre em Políticas Públicas e Governo pela Flacso. Assessor especialista do Comitê Maff-Mafiz do Festival Internacional de Cinema de Málaga. Possui ampla experiência em cargos de gestão e na pesquisa de políticas culturais e economia criativa na Ibero-América. É professor em universidades renomadas e na EICTV-Cuba. Foi secretário executivo do Comitê Interministerial de Fomento à Economia Criativa, coordenador do Programa de Economia Criativa da Corfo e membro fundador do Conselho da Arte e da Indústria Audiovisual do Chile. Atualmente, é diretor-geral da Fundação Santiago Creativo.
Curador, produtor de impacto e doutorando em Estudos de Cinema na NYU, além de atuar como gerente de Programas de Inclusão e Parcerias Estratégicas na EURODOC. Coordena o Workshop EURODOC Amazônia–Caribe e foi selecionado como mentor do FIDOC Amazônia Lab, em Belém, onde apoia cineastas da Amazônia. Sua pesquisa investiga a circulação transnacional do cinema voltado à justiça social e os legados de ativistas assassinados. Participou de campanhas de impacto de filmes como Murder in Paris: The Assassination of Dulcie September e Sementes: Black Women in Power, além de ministrar workshops sobre Q&As éticos para o Cannes Docs, Sundance Collab e Scottish Documentary Institute. Ex-consultor do Escritório de Direitos Humanos da ONU em Genebra e no Peru e participante do Berlinale Talents 2026, Leonard ministrou a palestra de abertura do DOK.fest Munich 2026, intitulada “Beyond the Pitch: Rethinking Our Rituals Toward Expansive Living Archives of Future Dialogues”.
Atua com distribuição, curadoria e programação audiovisual. É mestre em Comunicação pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), com pesquisa sobre a circulação da obra de Sarah Maldoror no Brasil. Em 2023, fundou a Cajuína Audiovisual, distribuidora de cinema brasileiro independente.
Formada em Cinema pela Faap, Lidia também se pós-graduou em Roteiro e Distribuição Internacional na Ucla (EUA) e na DFFB (Alemanha), além de ter participado dos programas de formação Locarno Industry Academy, Berlinale Talents e Torino Film Lab. Trabalhou por diversos anos na produção e programação de festivais de cinema tanto no Brasil, como nos Estados Unidos, sendo coordenadora do Ambulante California, criado por Gael García Bernal e Diego Luna, e diretora de programação do HBrFF, focado em cinema independente brasileiro em Los Angeles. Também trabalhou com desenvolvimento na produtora norte-americana Ambush Entertainment (filmes de Noah Baumbach, the Daniels, Marielle Heller etc.). Durante sete anos gerenciou vendas, aquisições e festivais na agência norte-americana FiGa Films. Posteriormente Lidia liderou o departamento internacional da O2 Play, distribuidora da O2 Filmes. Recentemente cofundou e é sócia da empresa de distribuição internacional More Than Films e é mentora e líder de workshops do programa de diversidade EFM Toolbox do Festival de Berlin, além de consultora do IFF Roterdã Pro Hub e do Locarno Open Doors, e gerente do programa Locarno Industry Academy no Brasil.
Diretor do DocSP – Encontro Internacional de Documentários de São Paulo (desde 2015) e do Good Pitch Brasil desde 2020. Diretor fundador do DocMontevideo (2009-2023). É membro do conselho consultivo da Rede Latino-Americana de Televisão – TAL desde 2010. Coordenou programas de formação e convocatórias internacionais de documentários para a Al Jazeera English, Proimámages Colômbia e participou como jurado e consultor em fundos e festivais de cinema em mais de 10 países. Mestre em Documentário de Criação, Universidade Pompeu Fabra (Espanha, 2006-07). Responsible leader da Fundação BMW desde 2020.
Produtora criativa com mais de dez anos de experiência em curadoria, programação e desenvolvimento de filmes e séries de ficção e não ficção. Atualmente integra a equipe de conteúdo da Globo Filmes.
Cineasta brasileiro, nascido e residente de Contagem (MG). Em 2009, cofundou a produtora Filmes de Plástico com André Novais Oliveira, Gabriel Martins e Thiago Macêdo Correia, responsável por dezenas de filmes exibidos e premiados em festivais como Cannes, Roterdã, Locarno, Brasília e Tiradentes. Em 2019, dirigiu seu primeiro longa, No Coração do Mundo, em codireção com Gabriel Martins. O filme estreou mundialmente no Festival Internacional de Cinema de Roterdã (IFFR), foi exibido internacionalmente e teve estreia comercial na França e no Brasil. Nos curtas, se destacou com Contagem, premiado por Melhor Direção em 35 mm no Festival de Brasília (2010), e Quinze, vencedor de Melhor Filme no Janela Internacional de Cinema do Recife (2014) e Melhor Roteiro no Festival de Vitória. Seu primeiro longa de direção solo, O Último Episódio, será lançado ainda este ano, marcando um novo momento em sua trajetória.
Depois de estudar cinema na escola de cinema Esec, em Paris, Michel Zana iniciou sua carreira em Los Angeles, onde trabalhou de 1988 a 1996 como diretor de elenco e gerente de produção. Ao retornar à França, passou sete anos como produtor executivo de documentários de criação para televisão, colaborando com empresas como Artline Films e SZ Productions. Em 2003, ingressou na Dulac Productions, de Sophie Dulac, e cofundou a Dulac Distribution no mesmo ano. Como responsável pela Dulac Productions e pela Dulac Distribution, Michel Zana (co)produziu mais de 20 longas-metragens – incluindo El Cielito, de Maria Victoria Menis, Heartbeat Detector, de Nicolas Klotz, The Band’s Visit, de Eran Kolirin, Lenny and the Kids, de Josh e Benny Safdie, e Hannah Arendt, de Margarethe von Trotta – e supervisionou o lançamento comercial de mais de 180 filmes na França. Desde 2017, produz com a Blue Train Films, promovendo um cinema politicamente engajado e apoiando novos talentos tanto na ficção quanto no documentário.
Fundadora da Errante, uma das produtoras de documentários mais relevantes do Chile. Seus trabalhos abordam temas sociais, indígenas, direitos humanos, gênero e arte. Em sua filmografia destacam-se Malqueridas, Melhor Filme na Semana Internacional da Crítica de Veneza 2023; e Allende, mi Abuelo Allende, Melhor Documentário no Festival de Cannes 2015. É diretora executiva da Corporación Chilena del Documental (CCDoc) e diretora adjunta da marca setorial Chiledoc, ambas organizações sem fins lucrativos que têm contribuído para a visibilidade nacional e internacional do documentário chileno. Docente na Universidade do Chile e na Universidade Católica. Jurada em diversos festivais de cinema e avaliadora de fundos internacionais. Já foi jurada em diversos festivais de cinema e avaliadora de fundos internacionais.
Ela ingressou na Berlinale como responsável pelos programas World Cinema Fund e EFM Toolbox em 2025. De 2014 a 2025, trabalhou na empresa de vendas sediada em Paris Paradise City Sales (anteriormente conhecida como Memento International), primeiro como responsável por festivais e curadora do selo de cinema de arte Artscope, antes de se tornar responsável por aquisições. Anteriormente, trabalhou na empresa independente de distribuição sediada em Nova York Zeitgeist Films e auxiliou a equipe de programação do Tribeca Film Festival. Também participou de diversas plataformas de coprodução, atuando como coordenadora de indústria do Paris Project, Les Arcs Co-production Village e Paris Co-production Village. Sata Cissokho integrou diversas comissões de cinema, comitês de seleção e júris, além de atuar como mentora, líder de workshops e especialista da indústria em diversas iniciativas de renome internacional.
É um produtor cinematográfico ítalo-taiwanês. É fundador da produtora Volos Films, dedicada à produção de coproduções intercontinentais entre a Ásia, a Europa e a América Latina. Defensor de narrativas cinematográficas autorais e ousadas, trabalhou com renomados diretores como Tsai Ming-liang, Lav Diaz e Apichatpong Weerasethakul. Seu projeto mais recente, Death Has No Master, do diretor venezuelano-italiano Jorge Thielen Armand, estreou na Quinzena dos Cineastas do Festival de Cannes em 2026.
Diretor do Fidba (Festival Internacional de Documentários de Buenos Aires). Diretor do #Link, Encontro Ibero-Americano de indústria Documental, no RioMarket, e do #Link:RIO, no Rio de Janeiro. Programador e coordenador do Málaga WIP no Festival de Cinema de Málaga. Diretor de IAM, área de Industria del Iamff, en Miami, Florida. Foi coordenador do programa Incubadora de Documentários do Incaa por cinco anos e curador do Ventana Doc no Ventana Sur 2024. Foi consultor convidado em festivais e oficinas como Sanfic, DOCSMX e Guadalajara, entre outros. Coordenou e programou as mostras de documentários argentinos no Cannes Doc e no IDFA. Participou do júri de financiamento no Chile e na Colômbia. É mestre em cinema documental pela Pompeu Fabra. Diretor do Mestrado em Documentário Criativo da Universidade Rey Juan Carlos (Madri). Professor do programa de mestrado em cinema documental da FUC (Argentina). Como cineasta, dirigiu Nublado e Sin Patrón e atualmente está editando seus novos filmes, Manada e o roteiro de León Muerto (ficção).
Produtor franco-senegalês e cofundador da Goree Cinema (SN), da Strange Fruit Production House (FR) e da Yetu (Un)Limited, um estúdio cinematográfico pan-africano. É especializado em coproduções internacionais da África e de suas diásporas. Seus filmes foram exibidos em Clermont-Ferrand, Fespaco e outros importantes festivais. Ex-aluno dos programas Eave e Torino Script Lab, atua como mentor no Durban Talents e no Future Mentors Programme da DFM, além de ser responsável pelos estudos do foco africano de 2025 do Locarno Open Doors.